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De Pai para filho

 

Homens que tiveram sucesso em casa e empreendendo.

No dia 12 de agosto comemoramos o dia dos pais e, afinal, quem não gosta de amor de pai? Impossível negar a importância que os pais têm na formação e desenvolvimento dos filhos. Esses homens que, para os filhos, são como os super-heróis da TV e dos quadrinhos são, para nós, os homens mais fortes e os melhores amigos.

Ademir Antunes conhece bem a responsabilidade que é ser pai. Empresário e pai, dividiu a responsabilidade de administrar seu negócio e criar seus filhos. “É uma responsabilidade muito grande educar e criar um filho, principalmente quem é empresário. A gente sabe como é difícil conciliar horários mas é importante, para a gente e para o filho, estar presente” diz.

Ademir, que tem seus filhos hoje como sócios de seu negócio, a Nippon Importadora, diz que se alegra por eles terem escolhido trabalhar com ele. “Meus filhos estudaram fora, tinham seus empregos. Surpreendeu eles desejarem entrar no meu negócio também, mas hoje eles sabem bem como é ser empregado e empregador”, conta o empresário.

A relação com os filhos é muito tranquila e, segundo o próprio Ademir, isso não é pura sorte. “Sempre passei para os meus filhos que precisavam ser responsáveis e, principalmente, a família. Família é a coisa mais sagrada que temos e eu e minha esposa sempre passamos esse ideal para nossos filhos”, finalizou.

Sentado em ombro de gigantes

A história de Verônica Braga, filha de Wirlei Braga, fundador da São Lourenço Pneus, é de muito aprendizado com o pai. “Eu estou trilhando os mesmos passos do meu pai. Ele me ensinou o que é trabalhar, a responsabilidade que é fazer parte de uma equipe e gerenciá-la”, explica a empresária.

Verônica conta, orgulhosa, como foi crescer ao lado do pai e como isso foi importante para seu amadurecimento. “A gente morava em comunidade e meu pai tinha uma loja de bateria que tocava com muito esforço. A pesar da dificuldade, nunca deixou faltar nada em casa. Nem educação e nem amor faltaram”.

A história de Verônica se confunde com o próprio negócio do pai. A empresária conta que trabalhou de “office boy” para o pai, posteriormente de caixa e só depois de madura começou a ter mais responsabilidade com os funcionários. “Comecei por baixo. Meu pai queria que entendesse o que é trabalhar para alguém. Ele sempre dizia para eu fazer com os outros o que eu gostaria que fizessem comigo e eu nunca esqueci isso”, conta Verônica.

Wirlei e Ademir têm histórias parecidas. Homens que se tornaram pais e empresários, prosperaram em seus negócios e tiveram sucesso em passar seus valores para os filhos. Para Ademir “(..)ser pai é uma missão. A missão mais difícil e prazerosa de todas”. Para Verônica é uma honra ser filha de Wirlei e ter aprendido tanto com ele. “Se hoje eu sou quem sou, é tudo graças ao que ele me ensinou” finaliza.